Há uns tempos escrevi um artigo sobre a monarquia eletiva. Não está muito bem redigido e parece algo confuso, pelo menos para mim. Mas, em Portugal só deveremos ter no futuro uma Monarquia Eletiva, tal como no Vaticano, em que, afinal cada um dos portugueses será um “cardeal”. Mas que não se queira um cargo vitalício, apenas para uma década! Penso que, em Portugal, se deve proceder à implementação da democracia, sem que haja sequer possibilidade de alguém querer colocá-la em causa… Por isso sou frontalmente contra a existência de partidos políticos. Mas sou a favor de uma participação efetiva de todos os cidadãos, em que estes possam se candidatar livremente a qualquer cargo político.
Parece ter surgido por aí algum ruído quanto à vinda do Papa para Maio do próximo ano… Sinceramente, penso que o chefe de estado de Portugal agiu em conformidade com o combinado com o Vaticano, isso aliás está referido em nota na sua página oficial. Quem aqui não esteve muito bem foi a Igreja Portuguesa ou então a própria comunicação social que por estarmos em campanha eleitoral decidiu colocar algum ruído. Ruído é afinal do que Portugal não precisa. Devemos saber filtrá-lo, mas cada vez mais se torna complexo compreender estas sociedades…
Setembro 25, 2009
Regime Democrático II
1 Comentário »
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Exma Senhora
Obrigado pelo seu comentário. Acabei por sair da “Nova Águia” ou do “MIL”. Não concordo com o modo como estas iniciativas colocam em causa, mesmo inconscientemente a unidade da Lusofonia, da CPLP. Basta ver a propaganda existente na WWW. Os reintegracionistas galegos ou outros que tais, afinal espanhóis, mesmo sendo de uma autonomia chamada Galícia, não deixam de ser um ruído que prejudica a luta por uma imagem da Lusofonia mais consistente. Como português creio que a luta deve ser concentrada na criação de uma CPLP com uma integração a par da UE, que permita o livre trânsito de pessoas e bens. Afinal a comunidade a que pertencemos já cá estava e fez história. A Galícia não fez nem faz parte desse ideário, por muito que alguns quisessem ou achem que eles são parecidos. Quanto a mim, não se deve perder energias e objetividade por causa de uma parte do mundo hispânico. O nosso país nada tem de explicar a nenhum outro. Portugal explica-se por si! E quanto àqueles que referem que a Lusofonia está ainda por se definir, acho precisamente o contrário. Ao nível dos afetos já existe há muito, quanto à integração, à vontade política e à coragem de Portugal face à pressão da União Europeia, é algo que exige uma melhor definição da parte dos portugueses. Só se tem a ganhar com a declaração de que Portugal pertence a duas comunidades, a UE e a CPLP. A alma portuguesa ou lusitana não está na Galícia e a Galícia não é intérprete de coisa alguma, nem mesmo esses minoritários grupos que apenas ofendem os bons portugueses. Basta ler os seus textos, as suas observações, os seus ideais para se compreender que têm um projeto político atentório à unidade Portugal. Não merecem qualquer respeito, nem eles nem os outros, pois que todos devem restringir-se ao mundo hispânico, ao qual onde afinal sempre estiveram tão bem integrados.
Cumprimentos!
Comentário por Sebastião — Outubro 13, 2009 @ 8:39 pm