Sebmellovip's Blog

Novembro 14, 2009

Tristeza…

Filed under: TGV — Etiquetas: — Sebastião @ 11:51 pm

Fico muito triste por não compreender as atitudes de alguns políticos portugueses. Estou em crer, que o poder local tem um poder discricionário demasiado grande. Ainda há pouco tempo houve um encontro imagine-se, de sindicatos do norte de Portugal e da Galiza, em Guimarães, na cidade que se diz ser o berço da nacionalidade portuguesa e tão somente essa. Uma “pequenina” provocação! Ainda há pouco tempo em um programa do Prós e Contras, do qual sou um espectador atento, um dos participantes terá declarado que o país precisa, necessita de uma massa crítica, de  forças associativas próprias que defendem convenientemente os nossos interesses. Na falta disso, haverá sempre quem ou o quê, queira defender interesses que não serão efectivamente os do todo nacional, que entram em colisão e prejudicam Portugal. Esta menção exacerbada à Galiza, ao TGV, à ligação Porto-Vigo, associações que pretensiosamente querem ou acham que defendem o interesse dos portugueses, na verdade não estão mais, na minha modéstia opinião senão a defender os seus próprios interesses.  Não concordo em nada com uma pseudo euro-região norte de Portugal-Galiza. Aprofundando a questão do TGV… Não está previsto, que se saiba, que o TGV passe pelo aeroporto de Pedras Rubras… Talvez esteja previsto, na Galiza que os seus 4 aeroportos possam fazer concorrência directa com o nosso premiado aeroporto,  já que o objectivo da Galiza,  afinal Espanha, é precisamente criar dependências do norte de Portugal face a uma Galiza que quer a médio e longo prazo exercer influências sobre a massa crítica do norte de Portugal. Bem, como português e daqui do nosso norte, estou profundamente desiludido com alguns políticos, deste nosso norte. Sendo apartidário, não acredito neste sistema, nem muito menos em pessoas que exercendo o papel de presidentes da Câmara de um ou outro município se acham no direito de falar por Portugal, ou por uma entidade estranha, que se acham no papel de representantes de um conjunto de municípios e depois proferem discursos que mais não parecem do que apelar ao desmembramento de Portugal.  Sim, os mesmos que muito gostam de falar em ibérico, quando afinal o que pode existir é uma relação entre estados, uma relação luso-espanhola. Esses mesmos se esquecem ou pretendem apagar do mapa Andorra e Gibraltar, esses mesmos adoram, sentem prazer em insistir no que é ibérico, quando afinal estamos na Europa, ou não estamos? Os mesmos que insistem que deveremos aprender Castelhano! A centralidade do poder? Qual centralidade? De Lisboa? Mas que ideia pensais sobre quem vive em Lisboa? Está mais do que provado, apesar de tudo, que no norte existe mais qualidade de vida, que em Lisboa mal existe tempo para respirar. Para além do mais? Quantos dos nossos governantes eram ou não do nosso norte? Será preciso desfilá-los por aqui? Esqueçam a porcaria da vossa centralidade! Ela não pode ser desculpa para a divisão dos portugueses. Chega de perfídia! E a estação do Caia? Que é tão linda? A estação internacional, dizem… O melhor da estação ficou em Espanha, a gare dos passageiros, digamos que o cartão de visita e para nós, que somos portugueses ficou, para calar a boca, o armazém de carga… Pois bem, pois bem, talvez seja preciso afirmar que Portugal é um estado, uma nação entre tantas outras que tem as suas próprias especificidades e que importa respeitar. Se esta minha voz está revoltada, acredito que muitas outras e pelas que tenho lido e ouvido também o estão e é triste que exista tão pouca sensibilidade dos políticos para que possam compreender o todo do seu próprio país. Para que tenham uma ideia coerente de Portugal. Reduziram as linhas a norte de Portugal, também políticos nascidos no norte de Portugal, imagine-se…  Não venham meus amigos com a desculpa da centralidade! Será que temos um transporte ferroviário de jeito que nos ligue de norte a sul, directo? Apenas com paragens em Braga, Porto, Coimbra, Lisboa e Faro? Será que o nosso Alfa atinge 220 Km hora e tem uma linha exclusiva? Não, por vezes até atinge 80 Km hora! Para que raio os políticos querem o TGV Porto-Vigo? Não chega o comboio já existente? É preciso mais? Alguma vez os portugueses se deslocarão a Vigo de TGV? A maioria não vai! E de Porto a Lisboa, a maioria vai! E no Verão, e até outras épocas quanto de nós não gostaríamos de ir ao Algarve tomar um banho de sol e de mar? A maioria de nós iria! Quem quer ir à rias galegas tomar banho? Ninguém! É um absurdo, é demais, é algo que é preciso, nem sequer reflectir, é preciso abnegação total da parte de todos para defender o bem comum e esse só pode ser e sempre o interesse geral português, dos portugueses do Porto a Ponta Delgada, de Faro ao Funchal. O problema mesmo é aqui no norte os municípios, os seus líderes estarem a apostar errado, a unir-se às pessoas erradas, aos grupos errados. É preciso investir em Portugal, para Portugal, com os portugueses e com aqueles que cá estão por múltiplas e variadas razões. E é preciso que o mundo lusófono seja protegido de movimentos, associações sindicais hispânicos, de qualquer que seja o espaço territorial, de gente que não vêm cá só por ser simpático, mas por interesses que não são seguramente os nossos. Sou europeu, não sou ibérico, sou português.

TGV espanhol perde mais passageiros que companhias aéreas

Filed under: Uncategorized — Etiquetas: — Sebastião @ 10:57 pm

 

 

Pelo quinto mês consecutivo

O AVE, o TGV espanhol, registou uma quebra no número de passageiros transportados, em Setembro. Foi o quinto mês consecutivo negativo, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística de Espanha. A redução, justificada com a crise económica, é mais acentuada do que a verificada no transporte aéreo.

 


 

Paulo  Moutinho
paulomoutinho@negocios.pt
O AVE, o TGV espanhol, registou uma quebra no número de passageiros transportados, em Setembro. Foi o quinto mês consecutivo negativo, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística de Espanha. A redução, justificada com a crise económica, é mais acentuada do que a verificada no transporte aéreo.

Segundo dados do INE espanhol, citados pelo “El Mundo”, em Setembro, o número de pessoas que utilizou o AVE caiu em 6,1%, comparativamente ao mesmo mês de 2008. O total de passageiros atingiu os 2 milhões, neste que foi o quinto mês consecutivo de quebra de utilizadores.

Deste modo, consolidou-se a tendência de quebra iniciada em Março, altura em que o número de passageiros do AVE diminuiu em 6%, depois de meses de fortes aumentos na procura dada a entrada em circulação da rota Madrid-Barcelona, que “roubou” passageiros às companhias aéreas.

Segundo o “El Mundo”, em Setembro viajaram de avião, dentro de Espanha, cerca de 3,3 milhões de pessoas, o que representa uma quebra de 1,3% em termos homólogos, substancialmente inferior à do AVE. Em número de passageiros, o avião ganhou ao comboio de alta velocidade.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=395389

 

Novembro 12, 2009

Perca de pontualidade ferroviária obriga a decisões na linha do norte

O Governo que hoje toma posse vai ter de decidir as grandes obras públicas relacionadas com os transportes: comboio de alta velocidade (TGV) e construção, mais ou menos faseada, do aeroporto internacional em Alcochete. O ministro indigitado, António Mendonça, substitui Mário Lino, com quem partilhou militância no PCP, e terá de decidir também a construção ou não de uma nova linha ferroviária do Norte. Por aí também se verá se a aposta passará a ser mais em meios que consomem menos energia (marítimo e ferroviário), ou se vamos continuar a investir quase só na rodovia. P.V.
Rui Rodrigues
Email: rrodrigues.5@netcabo.pt
Site: www.maquinistas.org

A pontualidade no Alfa Pendular, no ano de 2008, segundo dados da CP, caiu dos 80% para os 60%. Esta quebra acentuada deveu-se, sobretudo, ao estado em que se encontram três troços da Linha do Norte, que ainda não foram modernizados: Ovar-Gaia, Alfarelos-Coimbra e Entroncamento-Santarém. A situação chegou a este ponto, pela simples razão de que, nos últimos anos, quase nada foi feito para a alterar, podendo ainda agravar-se num futuro próximo.
Independentemente da construção ou não da nova Linha Lisboa-Porto, a Linha do Norte tem que ser modernizada devido ao seu elevado tráfego. Por esta via circulam, todos os dias, os comboios de longo curso, regionais, suburbanos e mercadorias, em bitola ibérica. A sua soma vai ser sempre muito superior ao número de comboios da nova linha Lisboa-Porto.
Convém recordar que a Linha do Norte é a coluna vertebral da actual rede e sempre que esta via tem uma avaria, por arrasto, as várias linhas, que dela dependem, também são afectadas. Por isso, espera-se que uma das decisões do Governo que hoje toma posse será, sem dúvida, que opções serão tomadas, nos próximos meses, para a Linha do Norte.
Outro dado muito interessante, relativamente ao ano de 2008, é o aumento de tráfego no Intercidades, que teve um acréscimo de 15,3%, enquanto o Alfa Pendular quase estagnou, pois teve só um aumento de 0,1%. A principal razão desta ocorrência deve-se à diferença de preços dos bilhetes. Os passageiros preferem perder mais 25 a 15 minutos de viagem, no Intercidades, do que pagar bilhetes mais caros, no Alfa Pendular. Este é um indicador importante e que deve ser estudado com atenção, pois, parte do mercado poderá preferir baixos preços em detrimento do tempo de viagem e de um melhor conforto.
Uma questão muito importante será saber que política será adoptada pelo novo Ministério das Obras Públicas no sector dos transportes. O país irá apostar nos modos que menos consomem energia, que são o marítimo e o ferroviário, ou Portugal vai continuar a investir milhares de milhões na rodovia, que nos torna cada vez mais dependentes do petróleo?

Fonte: http://static.publico.clix.pt/carga_transportes/noticias.asp?id=1406795

Governo demite técnicos que recusaram alterar parecer

Os técnicos da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro foram demitidos pelo Governo por terem recusado alterar o seu parecer sobre o traçado do TGV entre Alcobaça e Pombal, noticiou a SIC.

11:59 Sexta-feira, 1 de Fev de 2008

Fonte: http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/231066

Petição contra TGV a Oeste da Serra dos Candeeiros percorre Alcobaça

Filed under: TGV — Etiquetas: — Sebastião @ 11:10 pm

O presidente da Assembleia Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, apresentou na passada segunda-feira, 28 de Janeiro, uma petição que será entregue na Assembleia da República contra a passagem do TGV a Oeste da Serra dos Candeeiros .

Acompanhado pelos autarcas de algumas das freguesias mais afectadas pelo traçado de alta velocidade, considerado viável pela Agência Portuguesa do Ambiente no início do mês de Janeiro, Paulo Inácio cumpriu uma promessa feita em plena sessão da Assembleia Municipal, quando garantiu que tudo faria para que fossem por diante os estudos quanto à viabilidade da passagem do TGV a Este da serra, à semelhança do que acontece com a Auto-Estrada 1, cujo cancelamento ainda não foi, na sua opinião, cabalmente explicado pela empresa responsável pelo projecto .

Em defesa dos interesses das populações, que vivem já bastante perto do Gasoduto e da linha de alta tensão, a petição garante que o TGV “determina definitivamente uma barreira intransponível que aniquila o ambiente, divide fisicamente as populações, famílias e o livre acesso às propriedades”. “Nenhum interesse nacional legitima tamanha e cumulativa injustiça que destrói a ‘alma’ das freguesias afectadas” pode ler-se ainda no texto de que é primeiro signatário o líder do plenário alcobacense.

Reforçando os impactos negativos da alta velocidade que têm sido tão contestados nos últimos meses por autarcas e munícipes daquele concelho, a pmissiva aponta ainda que o estudo da viabilidade da ligação Lisboa-Porto em alta velocidade pelo lado Este da Serra dos Candeeiros é uma necessidade que se entende reforçada com a mudança da localização do novo Aeroporto Internacional de Lisboa para Alcochete. Do documento consta também um pedido para que a Assembleia da República não esqueça a modernização da Linha do Oeste, “uma necessidade ferroviária premente”.

Embora ausente da apresentação da petição, que decorreu no Salão Nobre da Junta de Freguesia da Benedita, Gonçalves Sapinho, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, manifestou a sua solidariedade para com as populações mais afectadas, sobretudo por entender que este projecto não se justifica. O edil será o último signatário do documento, ratificando o empenhamento de todos.

A petição vai agora circular pelo concelho de Alcobaça, nomeadamente pelas juntas de freguesia e colectividades, devendo ainda ser colocada online, para obter o mínimo necessário de quatro mil assinaturas. Este é, no entanto, um número que Paulo Inácio acredita ser alcançado com facilidade. Só no próprio dia da apresentação foram já recolhidas algumas dezenas de assinaturas de populares, mobilizados pelo Movimento Anti-TGV no Concelho de Alcobaça por mensagens de telemóvel.

Fonte: http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=18245

TGV: Ferreira do Amaral diz que projecto não é prioritário

Filed under: TGV — Etiquetas: — Sebastião @ 11:07 pm

Alfa Pendular

Lisboa, 01 Abr (Lusa) — O ex-ministro dos Transportes Joaquim Ferreira do Amaral considerou hoje que o projecto português de alta velocidade não é prioritário, afirmando que o “trocaria” por uma remodelação da rede ferroviária existente.
“Não considero que o TGV [alta velocidade ferroviária] seja a prioridade número um. Se pudesse trocar, trocaria o TGV por uma remodelação integral da rede ferroviária clássica, que permitisse velocidades de 200 quilómetros por hora” e que servisse as “cidades intermédias”, como Viseu ou Vila Real, “que o TGV vai deixar à margem”, afirmou Ferreira do Amaral.
O ex-ministro dos Transportes, que falava à margem do 9º Congresso Nacional do Transporte Ferroviário considerou que “talvez fosse mais útil aplicar os recursos com que se pensa fazer o TGV numa remodelação ferroviária em Portugal para ter o país bem servido de ferrovia”.
Ferreira do Amaral afirmou ainda que um dos “defeitos” do projecto português de alta velocidade ferroviária é “deixar de fora a maior procura não satisfeita de ferrovia, que são as cidades intermédias”.
“Não acho justo que se faça um investimento desta magnitude deixando de fora cidades como Viseu ou Vila Real”, sublinhou.
O antigo ministro dos Transportes salientou que a remodelação da rede ferroviária portuguesa é um projecto que pode avançar “devagar, à medida que haja dinheiro”, ao contrário da alta velocidade em que “se faz tudo ou nada” e que exige “uma concentração gigantesca de investimento”.
“Entre fazer duas linhas de TGV ou fazer uma rede ferroviária nacional que sirva toda a gente, não tenho dúvidas”, concluiu.
CSJ
Lusa/Fim

Fonte: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/46483e2276c94ea76cd8388.html

Tema: Shocking Blue Green. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.